sábado, 12 de maio de 2012

Surf Boys & Girls


O Inverno vem aí e a melhor época de surf também. Amei essa beliche e a decoração com clima meio Montauk. Para aproveitar a casa de praia o ano inteiro. Um bom pretexto para renovar o armário com peças quentinhas da GASPAR.

A Casa de Ian e Bertha


Adoro quando uma casa está em constante evolução, onde os moradores vão aos poucos adequando com as necessidades exigidas pelos diversos momentos da família e imprimindo personalidade e alma para a casa, como numa tela. Nesse ponto acho o trabalho do Marcelo Rosenbaum incrível. O espaço da família está no The Selby e vale à pena entrar para ver a casa que nesse momento é mais do Ian e da Bertha do que do Marcelo e da Cris.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mme x Nounou

Não existe uma mãe que provavelmente não deseje que fosse possível materializar uma Mary Poppins para tomar conta de seus filhos. A realidade é bem diferente da ficção e as mães já deveriam ter percebido que se não existe príncipe encantado, também não existe a babá perfeita. E que isso não é o fim do mundo. Odeio ficar falando esse tipo de assunto, até porque o foco aqui não é esse, mas fiquei chocada com uma matéria que li no portal G1 ontem (para ler clica aqui). Na minha família nunca vi funcionário trocar de emprego, porque ofereceram mais. Acho que o que falta nas "madames" por aí é o básico, respeito pelo próximo e educação.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Back to Basics




Na era do compensado e do móvel modulado, nada mais luxuoso que uma simples cama ou berço feito de madeira de verdade.
{imagem 1: Elle Decor may 12}
{imagem 2: Ad France mai 12}

terça-feira, 24 de abril de 2012

Liberdade

Fazia tempo que não dava uma circulada pelos blogs que gosto e um tempo que não posto com regularidade. Muitas vezes não é por falta de tempo e sim, por falta de cabeça. Andava super estressada com um monte de coisas, mas o pior para mim foi me ver em uma situação onde estava (e ainda estou!) fazendo tudo, menos o que realmente gosto, que é qualquer coisa que envolva o processo criativo. Depois de uma pequena trip com a família, meus problemas pareceram bem menores e acho que consigo resistir por mais algum tempo. Diferente de Mana, que encara o processo criativo mais livre, para mim (publicitária de formação) tudo começa com um briefing. O insight vem super natural depois de todo detalhamento mas mesmo assim, a criação, seja qual for a metodologia exige uma cabeça livre e leve. Escrever só por escrever. Postar só pelo compromisso. Isso nunca vai acontecer aqui, porque no final das contas tem que haver a motivação; a necessidade. Hoje, o que me motivou foi ver nosso blog listado em meio à outros nove, falando justamente sobre como existe alguns que persistem, mesmo diante do impacto das redes sociais. E isso meio que se mistura um pouco, já que a nossa filosofia acaba indiretamente sendo a da Empresa que gerenciamos. Na Mercatore acaba sendo assim, mesmo que não seja muitas vezes a opção mais comercial. Fazer só porque vende, não é com a gente! Acho que sempre vai existir quem enxergue a diferença. Para ler o artigo, clica aqui.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

OZ - Inverno 2012


Nesse inverno, a Mercatore se apropria de toda a fantasia em torno da estória que vem encantando o mundo há mais de 70 anos. Um dos filmes pioneiros em Hollywood em usar a técnica de colorir filmes. Saindo do Kansas, onde a estória é contada em tons de marrom para em seguida assumir um colorido. Assim como para a plote do filme, as cores também tem um papel importante para representar cada personagem na coleção. O icônico vermelho do sapatinho de Dorothy; o prata do Homem de Lata; o musgo do Espantalho; o marrom e amarelo para representar o Leão. Nas modelagens, um pouco de brejeirice, como os corações com ponto smock, os nós frontais traspassados e os macacões em jeans. É claro que não podia deixar de apresentar uma nova versão para as ilustrações de W.W Denslow nas estampas, que trazem (ou levam!) toda a trupe rumo à Oz.
Imagem 1 {Annie Leibovitz para Vogue}
Imagem 2 {Javier Ferrer Vidal para Mercatore}

sexta-feira, 30 de março de 2012

Detalhes que fazem a diferença


Aqui na Mercatore somos super chatas com qualidade. E não colocamos por nada, um outro fornecedor no mix da marca sem acreditarmos piamente na qualidade do produto. Muitas vezes contrariando Lu (do Mix e Varejo) deixamos de ter um item por não achar que ele satisfaz os critérios de qualidade para serem vendidos em nossas lojas. Meias era um desses itens. Não era nossa "praia", o mercado nacional não oferecia e como tentamos fazer da marca o mais Made in Brazil possível, era até então um caso sem solução. Mas, como na vida às vezes temos que abrir mão de alguma coisa e na Mercatore nunca vai ser da qualidade, eu queria apresentar nossa nova parceira, a marca franco-italiana Doré - Doré, que está no mercado desde 1819 e inventou um processo que utiliza teares com cilindros duplos e é sem dúvida um par perfeito para as roupas da Mercatore. {imagem: LFG}

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Festas - Toy Story

-

Pietra com Vestido Shantung Listrado da Mercatore em seu aniversário de 3 anos. Achei irresistível a foto dela com o Xerife Woody do Toy Story. Um exemplo de que aniversário de menina não precisa ser de bolinha, florzinha ou bonequinha!

Vogue Kids | Março 2012


 Vestido Tradicional Mercatore

 Malha Lula C'est Magic (GASPAR)

 Bata Dorothy Estampa Oz

Saia Muchkins Carvão

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Featuring Mercatore on Recife & Olinda, Brazil

Featuring Mercatore on Recife & Olinda, Brazil


Estamos super felizes de mostrar um pouco do nosso Pernambuco no blog de viagens que mais amamos, o Bozaround. Bom Carnaval à todos! Merci Beaucoup Vanessa!
Para ver a matéria, basta clicar no link acima.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Para usar além do Carnaval

Zid Zid em Marrakesh

Zepelim em Recife

João com a fantasia de Zebra da Cas (à venda na Zepelim) e Raul com a fantasia de Leão da Zid Zid

O Carnaval ainda não chegou, mas a maioria das festas para crianças já estão acontecendo. A busca para aliar conforto e brincadeira não é tarefa fácil. Primeiro, porque a maioria das fantasias são feitas em tecidos sintéticos e depois são justas demais. As de algodão sempre acho mais legal, porque é certeza que eles vão querer usar além das festas, como brinquedo mesmo.
Para as mães que pensam o mesmo, vale a pena anotar duas marcas:
1) Zid Zid, dos queridos Moulay e Julie
Showroom + Atelier 252 Quartier Industriel Sidi Ghanem | Marrakesh
Para ver outros pontos de venda, clique aqui.
2) CAS brinquedos, dos companheiros de feira Dora e Beto (à venda na Zepelim)
Rua da Hora, 497 - Espinheiro | Recife
Paço Alfândega - Bairro de Santo Antônio | Recife

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Luz, arte, recordação


Um grupo de alemães estão por trás da Polaboy, uma empresa que une o LED e a Polaroid. As instalações funcionam com dupla proposta arte/fonte de luz. Difícil é escolher entre artistas como Ed Templeton, Terry Richardson e Vavá Ribeiro ou uma de sua própria autoria. Os preços variam entre $1700 e $6500. Eles entregam no Brasil. Para mais informações, clique aqui.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Esquecidos pelos antropofagistas



Me deparei com a imagem dessa americana no The Sartorialist e quando vi a legenda (It’s great to see a young lady from Kansas making the streets of Paris look so chic) não pude deixar de comentar. A imagem dela resume para mim um sentimento em relação à globalização e massificação das coisas. Em um mundo onde as as pessoas ficam cada vez mais parecidas, uma imagem como essa me faz pensar que o perfume de cada cultura não está completamente ameaçado. É impressionante como ela está chic e brejeira ao mesmo tempo. Coloquei a foto de Dorothy (que no Mágico de Oz também é originária do Kansas) para vocês analisarem como são nítidas as referências. No Brasil, isso tem me assustado cada vez mais, porque apesar de ser super fácil de identificar 90% dos brasileiros em viagens antes mesmo de ouvir a língua, o reconhecimento não se faz por ver elementos da nossa cultura reinterpretados numa forma legal e sim, na unanimidade das pessoas em tentar apagar a origem através de símbolos ostensivos de outras culturas, o que torna tudo artificial e consequentemente cafona. Não acho que as pessoas devem sair por aí vestidas com Parangolés de Hélio Oiticica para mostrarem que são brasileiros, nem deixarem de adquirir peças de marcas internacionais e sim, deixar que a nossa personalidade e cultura guie um pouco mais a indumentária do dia-dia. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Só um pouquinho



Para deixar todo mundo curioso... A nova coleção já foi lançada para os lojistas e em breve todo mundo vai poder conhecer nas lojas.
Related Posts Widget for Blogs by LinkWithin